Oito razões para o impeachment de Dilma Rousseff

Confira aqui Oito razões para o impeachment de Dilma Rousseff

Dilma Rousseff no Planalto

 

BRASÍLIA [ ABN NEWS ] — Enquanto o governo petista tenta confundir e enganar a população brasileira, ao chamar de golpe uma prerrogativa prevista na Constituição Federal, o impeachment, cresce o número de razões porque o governo da presidente Dilma Rousseff tem sido uma verdadeira ameaça ao crescimento e desenvolvimento do nosso país.

Confira abaixo oito razões para o impeachment de Dilma Rousseff:

Decretos ilegais

Sem a autorização do Congresso Nacional, a presidente Dilma assinou neste ano uma série de decretos para ampliar os gastos do Orçamento, que somaram R$ 2,5 bilhões. Além de afrontar o que determina a Constituição Federal, os decretos ilegais são o que embasam o pedido de impeachment feito pelos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal, que tem o apoio do PSDB e foi aceito pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.

Pedaladas fiscais

O Brasil foi vítima da maior fraude contábil de sua história durante o governo Dilma Rousseff, as chamadas “pedaladas fiscais”. A manobra consistia no atraso de repasses e subsídios para instituições financeiras públicas e privadas que financiariam despesas do governo. Dessa forma, o governo poderia gastar mais do que a sua receita, escondendo um rombo de R$ 50 bilhões, e ainda terminaria o ano com superávit ao invés de déficit, deixando a dívida a ser paga para os anos seguintes.

Ainda assim, o governo não conseguiu cumprir as metas fiscais de 2014. A maquiagem contábil fez com que o Tribunal de Contas da União (TCU) reprovasse por unanimidade, pela primeira vez na história, as contas de Dilma Rousseff referentes ao ano passado.

Abuso de poder político e econômico

O governo Dilma Rousseff responde à ação pela cassação do mandato da presidente e de seu vice, Michel Temer, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ajuizado pelo PSDB, o processo investiga os abusos de poder político e econômico da gestão petista durante a campanha de 2014. O governo Dilma é suspeito de captar e gastar ilicitamente dinheiro para a campanha, inclusive por meio de propina, além de manipular a divulgação de indicadores socioeconômicos e usar indevidamente os meios de comunicação.

Corrupção na Petrobras

Dilma Rousseff cometeu crime de responsabilidade ao se omitir sobre a conduta de seus subordinados na Petrobras. A presidente já foi presidente do Conselho de Administração da estatal, ministra das Minas e Energia e ministra da Casa Civil. Segundo a Polícia Federal, os desvios de dinheiro na Petrobras entre 2004 e 2014, descobertos pela Operação Lava Jato, chegaram a R$ 40 bilhões. Parte desse dinheiro alimentou campanhas eleitorais e os cofres do PT.

Escândalo Pasadena

A omissão de Dilma Rousseff em relação à Petrobras também se estendeu à compra da sucateada refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, que gerou à empresa um prejuízo de US$ 800 milhões. Preso na Operação Lava Jato, o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró disse que, ao contrário do que o governo do Partido dos Trabalhadores (PT) tentava fazer parecer, Dilma “sabia de tudo”.

Caixa dois na campanha eleitoral

Em delação premiada, o dono da UTC Engenharia, Ricardo Pessoa, disse que fez repasses ilegais de R$ 3,6 milhões para o tesoureiro da campanha de Dilma Rousseff em 2010, José de Filippi, e para o ex-tesoureiro nacional do PT João Vaccari Neto. Segundo ele, o então tesoureiro da campanha de 2014 e atual ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, também teria recebido R$ 7,5 milhões vindos de propina para tentar reeleger Dilma.

Petrobras investigada pelo TCU

Em novembro, o TCU resolveu investigar a responsabilidade do Conselho de Administração da Petrobras, enquanto Dilma Rousseff era sua presidente, nas negociações que resultaram no cancelamento da construção das refinarias Premium I e II, no Maranhão e Ceará. A desistência da estatal dos empreendimentos acarretou em um prejuízo de R$ 2,7 bilhões. Segundo auditoria do Tribunal, o Conselho de Administração da Petrobras já sabia, em 2013, que os riscos de prejuízo com as refinarias eram de 98%. Mesmo assim, decidiram prosseguir com o malfadado negócio.

Prisão de líder do governo

Ex-líder do governo Dilma Rousseff no Senado, o petista Delcídio Amaral foi preso na Operação Lava Jato por tentativa de obstruir a Justiça. O petista ofereceu dinheiro ao ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, e chegou a arquitetar sua fuga para fora do país, para que Cerveró não fechasse um acordo de delação premiada com a Polícia Federal. E a Dilma, será que também não sabia? – (ITV)

 

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